O indescritível

48 horas depois e já não sou mais o mesmo.

O meu planejamento para hoje era ficar em casa e descansar do intenso fim de semana que tivemos, mas não tem como. Eu estou ansioso para dizer isso aqui.

Não há linguagem nesse mundo que consiga descrever o que estou sentindo agora. Simplesmente não há. A sensação é de prazer, alegria, orgulho, nostalgia, aflição e euforia, mas tudo misturado e ainda não é suficiente.

Quando pensamos o Mozaiko, eu sabia que ia ser bom, mas o que aconteceu é diferente de bom. É tipo, mágico.

E não é uma questão de ter sido um sucesso. Foda-se o sucesso. Não interessa jargões, termos, pré-conceitos, conceitos ou métodos. Isso tudo foi só um meio para o que realmente importa, a experiência. É ela que importa e são os pequenos e grandes detalhes que são os responsáveis por isso.

Só para citar algumas das coisas que causaram a experiência: o incrível ambiente do CentoeQuatro, a comida, o banheiro, a dificuldade com o inglês, as conversas, os jogos para animar e acordar a galera, que a Samile bolou, as discussões, as conversas, as idéias, a sensação de estar contribuindo para a sociedade, as críticas, o lindo caderno de anotações da Oficina Vital Nuvens, as brincadeiras e o conhecimento da Emma, as saídas para conversar com as pessoas da rua, mas sobretudo, cada uma das 29 pessoas, que estavam lá. Cada uma delas teve um papel indescritível para essa experiência.

Quero de coração agradecer a cada um de vocês: Daniel Lucas, Gabriela Pinheiro Mendes, Simone Guabiroba, Samile Souza, André Rabelo, Matheus Rabelo, Liliane Alves de Carvalho, Andre Rolla Inácio, Gustavo Sobrino, Juliana Moisés, Breno Campos, Tanit Savassi, Juliana Minardi, Daniela Simões Alves Teixeira, Fernanda Assis, Caio Werneck e Pedro Bueno. Podem acreditar, o que eu queria nesse momento era estar no CentoeQuatro com cada um de vocês trabalhando no que fizemos nesse final de semana.

Obrigado Inês Rabelo, por ter nos apoiado e cedido esse espaço maravilho e ter divido com a gente suas impressões e seu conhecimento.

Obrigado Vicente Pessoa, por ter nos apresentado a Inês e ter possibilitado tudo isso.

Obrigado Murillo Lima, por ter feito toda a cobertura de fotos e vídeos, além de nos ajudar com o inglês e com a logística.

Obrigado Júlia Andrade Andrade da Estação do Saber, por ter nos convidado para fazer a palestra na quinta-feira, pois sem ela não teríamos com a gente 6 pessoas maravilhosas, a Tanit, o Caio, a Daniela, a Fernanda, o Breno e a Juliana.

Obrigado Samile, eu te disse e torno a dizer, sem você o fim de semana não teria sido metade do que foi.

Obrigado a todas as pessoas que entrevistamos e conversamos nas ruas do centro de Belo Horizonte.

Obrigado Herbert e Ricardo da 3bits, por terem nos emprestado o projetor, que foi imprescindível para a Emma compartilhar sua experiência com todos.

Obrigado grupos artísticos e culturais que foram lá dividir com a gente suas histórias, suas angustias, suas vitórias, seus desafios e seus sonhos. São eles: a Família de Rua responsável pelo Duelo de MCs (PDR e Rafael Lacerda), o coletivo Os Conectores (André Veloso) e Grupo Poro (Brígida Campbell).

Obrigado ao Carlos da Oficina Vital Nuvem, pelo lindo caderno de anotações. Sua história é incrível e tenho certeza que ser você pudesse ter participado com a gente o fim de semana teria sido ainda mais bacana.

Obrigado Adriana Rezende, nossa gerente administrativo-financeiro, que nos ajudou a comprar todo o material que utilizamos no workshop.

Obrigado Denise Eler, pela incrível troca de experiências e conhecimento.

Obrigado, Hugo Baumecker (colchão), que nos reservou o Cinecittà, onde fizemos o happy hour de sábado.

Obrigado e toda a equipe de produção do CentoeQuatro.

Obrigado a todas as pessoas, que nos apoiaram, divulgaram o Mozaiko e quem por algum motivo não pode estar com a gente.

E principalmente, obrigado Emma, pois foi você o estopim para tudo isso. You are our WHY, Chicken!

Prazer enorme ter sido parte disso. Esse fim de semana aconteceu a TAZ, que esperava desde que li esse livro em 1997.

Thanx people!

Foi du caralho!

 

Comentários

3 responses to “O indescritível”

  1. André says:

    Experiência; presença; diversão; perspectiva; coletivo.

    Galera, sem palavras! Valeu demais!

  2. Realmente, foi du caralho! e me alegra muito ver esse entusiamos de quem fez acontecer. Eu como participante tbm tenho que agradecer a todos que o Dudu citou acima, mas também devo agradecer a Voël, os idealizadores da coisa toda. Espero poder ta sempre por perto.

  3. Boa tarde! Nós da Oficina Vital Nuvem é que tivemos o prazer de fazer parte desse envento da Voël e esperamos poder compartilhar de novas experiências no futuro! Agradecemos a oportunidade, parabenizamos e desejamos sucesso a todos que participaram e tornaram esse evento possível!

    Atte,
    Oficina Vital Nuvem Ltda.
    Obrigado!

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